Finda a burocracia com a Real Fábrica das Sedas, é então construída a fábrica de Noel Le Maitre em Tomar sob capitais emprestados, a Fábrica tenta ao longo do tempo um tímido aumento de produção, a direcção da fábrica envia ao Sr. Marquês de Pombal autorização para a compra de mais teares em França invocando o facto de que no reino o consumo era elevado e a importação também. Em pouco tempo a fábrica deixa de ser rentável, pelo tempo que passa Noel Le Maitre assiste ao acumular de dificuldades, sem que os prometidos teares chegassem de forma à optimização da produção e consequente poder de satisfação dos numerosos encargos.

    Os anos que se seguem são de decadência da fábrica, em 1789 a Rainha considera o seu proprietário destituído de fundos para o custeamento da fábrica e para o pagamento do empréstimo concedido pela Real Fazenda. É então por esta altura que aparecem os nomes de Jácome Ratton e Timótheo Verdier e da sua sociedade como interessados no restabelecimento e conservação da fábrica.